27 de abril de 2003

O HOMÚNCULO
O tempo passa mesmo. Ouvi há muito pouco tempo, uma ensaísta referir-se ao texto de Natália Correia, "O HOMÚNCULO". Na sua expressividade, a senhora (simpática e competente, permitam-me que adiante), olhou para a assembleia e, agitando os braços de forma expressiva, disse: "Está-se mesmo a ver de quem é que ela (Natália) estava a falar!!!!". Olhei à minha volta e, a maior parte estava como eu, com ar de quem, de momento, não estava a ver um boi do assunto. Ainda bem que ela acrescentou: "Do Salazar, pois claro!".
Ah, maldita memória histórica!

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